Conteúdo Online X Conteúdo Offline

Somos bombardeados por informação a todo momento. No carro, enquanto ouvimos nossa estação de rádio preferida, na TV, nos intervalos do telejornal ou da novela, ou na internet, quando acessamos nosso e-mail ou navegamos pelas redes sociais. E olha que estes são apenas alguns poucos exemplos. Tem ainda aquele outdoor no caminho para o trabalho, o panfleto recebido no semáforo, o jornal exposto na banca de revista, na esquina do nosso caminho diário. É muita informação a todo momento. Mas o que é conteúdo online e o que é conteúdo offline? Quem recebe todo este arsenal dificilmente para pra pensar nisso, mas tudo  é arquitetado de forma matemática no sentido de contemplar todos os públicos que precisam ser atingidos em cada processo. O perfil deste público com quem eu quero “conversar” é essencial para esta definição. Faixa etária, profissão, estado civil,  região de residência e sexo são algumas informações que fazem parte desta segmentação. Se eu tenho uma loja de comércio em Poços de Caldas, se torna desnecessária uma divulgação que chegue até Belo Horizonte, por exemplo. Dependendo do meu ramo de atuação, o mais assertivo será focar em uma estratégia regional ou até mesmo local. Varia caso a caso e um bom planejamento de comunicação é feito exatamente para definir esta e outras questões estratégicas do processo.

 

Ferramentas

 

TV, rádio, flyer, panfletos, redes sociais, marketing digital: uma agência de comunicação ou uma agência de publicidade pode indicar as melhores ferramentas de marketing para o seu negócio. Há inclusive, agências especialistas em mídias digitais, para quem quer focar no online. Publicidade e Propaganda e, ou Marketing Digital: vai depender do planejamento de comunicação, traçado de acordo com os objetivos a serem atingidos. Investir na mídia offline ou na online, ou em um pouco de cada uma é decisão que deve levar em conta variáveis de mercado como ações dos concorrentes e público-alvo a ser atingido. Ambas são úteis e podem surtir efeitos bastante interessantes. Isso porque, embora tenhamos as mais recentes gerações exageradamente conectadas, ainda há um volume significativo de pessoas que preferem o offline. Faixa etária, profissão, escolaridade são algumas dentre diversas características que podem determinar essa preferência. É precipitado definir de cara somente pelo conteúdo online ou offline. Ambos, juntos, associados, em uma estratégia bem articulada, podem atingir públicos diferentes ou reforçar a emissão da mensagem. Então, veja, que além de definir seguir pelo on, pelo off ou pelos dois, de forma mesclada, também é preciso pensar em quais ferramentas investir, quanto investir e por quanto tempo. É mesmo uma engenharia. Entender estas diferenças, estas particularidades, também permite a construção de um conteúdo mais adequado a cada estratégia.

 

Conte com especialistas no assunto


Escolher a melhor estratégia, definir como investir em comunicação de forma assertiva: definitivamente não são tarefas fáceis. E quem domina os quatro pilares da Comunicação Integrada: Marketing Digital, Assessoria de Imprensa, Comunicação Interna, Publicidade e Propaganda, tem mais propriedade para analisar todas as variáveis envolvidas e oferecer o melhor caminho. Para que arriscar sem a segurança do retorno certo? Isso pode custar dinheiro, tempo e normalmente fica caro. Uma agência de conteúdo que também ofereça consultoria de marketing, desenvolvimento de marca e desenvolvimento web, criação de peças publicitárias, assessoria de imprensa, inbound marketing e gestão de redes sociais é o lugar completo para a sua melhor assessoria.

 

Offline

 

Materiais de comunicação impressa, como panfletos, folders, flyers, brindes, papelaria. Spots de rádio e comerciais de TV, releases e outras peças da assessoria de imprensa, como os press kits: todas estas são opções da denominada comunicação offline. Veja que são diversas ferramentas e que agradam a múltiplos públicos. Se o seu objetivo for falar com pessoas da terceira idade, focar a maior parte da verba de comunicação em uma ou demais ferramentas offline possivelmente vai significar atingir seu público de forma mais assertiva. Da mesma forma, se a sua comunicação for voltada para um público mais jovem, a internet pode representar o canal de comunicação mais eficaz dentro deste processo.

 

Online

 

Independentemente da natureza do seu negócio, ter um site agrega credibilidade a sua empresa e possibilita atingir mais gente, se esta for a ideia, é uma estratégia interessante. Em muitos casos pode ser o primeiro contato do seu potencial cliente com a sua história. Não por acaso, empresas têm investido e investido pesado para conquistar bom posicionamento nas pesquisas de sites de busca. É a mágica do SEO - sigla para Search Engine Optimization, em português, conhecido como otimizador de sites. O SEO é um conjunto de técnicas que têm como principal objetivo tornar as páginas mais amigáveis para os sites de busca, trabalhando palavras-chave selecionadas no conteúdo do site de forma que este fique melhor posicionado nos resultados orgânicos, ou seja, sem pagamento para isso. O SEO também depende da palavra-chave que é o termo que você usa em uma busca. Dependendo de quais palavras você utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes. Se você quer ter seu site entre os primeiros resultados na hora de uma busca e não tem verba para pagar por isso, no chamado anúncio patrocinado, um caminho é investir na criação de conteúdos e incluir um blog no seu site: agrega credibilidade e torna você uma autoridade na sua área. Além disso, este material precisa estar sintonizado com as palavras-chave mais digitadas, no sentido de atender as buscas mais frequentes. Mas não é só isso. O online tem também aplicativos, anúncios em páginas de portais e sites já consagrados via sistema Adwords, como banners e links patrocinados, além da gestão de redes sociais, que inclusive gerou o surgimento de uma nova profissão neste século, a do social mídia. Com exceção daquela “vendinha” da esquina ou do comércio pequeno do bairro, que não pretende ampliar as atividades, quase todo mundo que produz algo ou presta serviços em larga escala, já está ou se prepara para estar na internet de forma efetiva.

 

Planejamento de Comunicação: etapa do processo

 

Não por acaso, empresas de marketing têm se especializado cada vez mais nisso. Aparecer de forma positiva está entre os objetivos, porque de nada adianta ser o melhor na sua área, se o mercado não souber. Traçar metas e definir maneiras de alcançá-las, por meio de estratégias com orçamento pré-definido: tudo isso faz parte do planejamento de comunicação. É uma etapa importantíssima, pois determina um norte a seguir de acordo com os objetivos almejados.  Essencial também definir o público-alvo. Não dá para atingir a todos da mesma maneira. Se a estratégia for digital então, segmentar ao máximo é parte do processo.

O plano ou planejamento de comunicação nada mais é do que um roteiro para orientar todas as etapas, da concepção a execução. Antes deste planejamento, a análise SWOT ou Matriz F.O.F.A, é uma preparação que vai trazer elementos importantíssimos para a produção do planejamento de comunicação.

Análise SWOT (ou Matriz F.O.F.A.) é a sigla em para Forças (Strengths), Fraquezas (Weakness), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). É uma ferramenta que serve para fazer o planejamento estratégico de empresas e novos projetos.

Toda vez que nós precisamos tomar uma decisão muito importante, daquelas que podem trazer mudanças significativas na nossa vida, temos que pensar muito, não é verdade?! Ponderar, pesar diversas possibilidades, pontos negativos e pontos positivos. É neste diagnóstico que a Análise SWOT ou Matriz Fofa, iniciais do português de: Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, entra. Não só sobre o negócio, mas a respeito também do ambiente como um todo, esta análise proporciona embasamento substancial para o plano de comunicação e o planejamento estratégico. Metodologia clássica da Administração, a SWOT ou FOFA, como preferir, traz mais segurança nas escolhas, possibilitando o conhecimento profundo do cenário, além de poder compreender a posição em relação aos concorrentes, antecipando a movimentos externos, por meio da indicação de alternativas de ação.

Alguns exemplos de forças e fraquezas a serem analisadas: localização, tempo de mercado, reputação, recursos humanos, recursos financeiros, marketing, gestão, capacidade de operação, acesso à matéria-prima, materiais e equipamentos, entre outros.

Clientes (poder de barganha sobre a sua empresa); fornecedores (poder de barganha sobre a sua empresa); concorrentes (quantidade de empresas, rivalidade, relacionamento); novos entrantes (barreiras de entrada, ameaças); substitutos (barreiras de saída, ameaças); intermediários (poder de barganha sobre a sua empresa) e entidades de classe (organização, poder de pressão), são exemplos de fatores externos, ligados a oportunidades e ameaças.

Existe ainda o macroambiente, composto por elementos que vão além da empresa e do mercado, tais como: Político-legal (projetos de lei, correntes ideológicas, novos governantes etc; Econômico (inflação, níveis de consumo, renda da população etc.); Demográfico (crescimento da população, taxa de natalidade, escolaridade etc.); Tecnológico (novas tecnologias, processos operacionais, automação etc.); Sociocultural (crenças, valores, costumes, hábitos de consumo etc.); Natural (escassez de matéria-prima, aumento da poluição, sustentabilidade etc.).

O cruzamento de todos estes dados vai permitir entender o seu posicionamento atual. Este é o primeiro passo para a confecção de um plano de comunicação.

Tanto para a comunicação online como para a off-line, o plano de comunicação é essencial no que diz respeito a assertividade do processo. Assertividade que é garantida também, escolhendo quem entende de comunicação para trabalhar para você. E a partir daí, com este diagnóstico e a melhor equipe, as estratégias de comunicação são adotadas. Quanto mais informações, mais seguras se tornam as decisões.

 

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